Uma decisão racional
Abdicação total do sentimento
Quarta-feira, Fevereiro 22, 2012
Quarta-feira, Julho 28, 2010
Arrepio fino que começa pelos braços
E desestrutura toda a minha espinha dorsal
Da mesma forma como apareceu em minha vida
sumiu, voltou, retornou e me transtorna a cada volta
Me provoca com palavras, me investiga com o olhar
Me desafia com elogios, me incentiva a cair nessa roda viva
Olho, desdenho, reconheço e o seu perfil de doce canalha
Mas qual é a mulher que nunca caiu no irresistível charme de um canalha?
Penso comigo: errar é humano, persistir no erro é burrice...
Todo o humano tem seus momentos de burrices...
Logo...
Não! Meia parte de mim diz não... a outra metade implora pelo sim
Me proteger, evitar sofrimento (?)... aproveitar, curtir o momento (?)
E o meu desejo nessa história toda é descomunal
Uma balança desequilibrada pela tentação
Pelo irresistível poder da atração... é coisa de pele
E haja pele, haja estômago... o proibido é mais gostoso?
O irresistível, sim, é incontornável!
E agora? Paro, penso, respiro...
Opa, sem sofrer por antecipação!
Deixe chegar, deixa acontecer
Borbulhão de pensamentos e idéias que não me levam a lugar nenhum
Apenas fantasiam respostas, procuram pistas de pegadas inexistentes
Eu acredito que o instinto nos leva a tomar as decisões certas.
Quero viver intensamente, sem tentar prever o que a vida me oferece
Pois no momento da bifucarção, em que o mundo me pergunta: "e aí?"
Independentemente da direção do caminho escolhido
Certamente ao dobrar cada esquina, há sempre um aprendizado
Pela dor ou pelo amor, pela paixão ou pelo desejo
E desestrutura toda a minha espinha dorsal
Da mesma forma como apareceu em minha vida
sumiu, voltou, retornou e me transtorna a cada volta
Me provoca com palavras, me investiga com o olhar
Me desafia com elogios, me incentiva a cair nessa roda viva
Olho, desdenho, reconheço e o seu perfil de doce canalha
Mas qual é a mulher que nunca caiu no irresistível charme de um canalha?
Penso comigo: errar é humano, persistir no erro é burrice...
Todo o humano tem seus momentos de burrices...
Logo...
Não! Meia parte de mim diz não... a outra metade implora pelo sim
Me proteger, evitar sofrimento (?)... aproveitar, curtir o momento (?)
E o meu desejo nessa história toda é descomunal
Uma balança desequilibrada pela tentação
Pelo irresistível poder da atração... é coisa de pele
E haja pele, haja estômago... o proibido é mais gostoso?
O irresistível, sim, é incontornável!
E agora? Paro, penso, respiro...
Opa, sem sofrer por antecipação!
Deixe chegar, deixa acontecer
Borbulhão de pensamentos e idéias que não me levam a lugar nenhum
Apenas fantasiam respostas, procuram pistas de pegadas inexistentes
Eu acredito que o instinto nos leva a tomar as decisões certas.
Quero viver intensamente, sem tentar prever o que a vida me oferece
Pois no momento da bifucarção, em que o mundo me pergunta: "e aí?"
Independentemente da direção do caminho escolhido
Certamente ao dobrar cada esquina, há sempre um aprendizado
Pela dor ou pelo amor, pela paixão ou pelo desejo
Sábado, Maio 08, 2010
Um encontro doce nesse destino
Alma esta que quero lembrar, com um sorriso maroto no canto da boca.
Boca que gentilmente consertou minhas músicas de palavras trocadas...
Melodia tua que despertou em mim uma serenata de afeto.
Cabelos negros cacheados, nariz longo masculino, mas o sorriso...
Ah o sorriso sim! A porta da tua alma.
Doce surpresa. Alguns diriam: "foi o acaso". Eu confirmo, "não, foi o destino!"
Mas voltamos à tua alma. Esta alma de artista, cineasta, cantor...
Ímpeto que arrebata, cativa e acolhe.
Instinto que não te leve a enlouquecer.
Tua busca incessante, não dúvido!
É o amor à vida, é arte demais para uma só alma!
As tuas lágrimas revelaram a tua fraqueza:
Apenas um bom pai, ou um pai querendo ser bom?
A tua revolta estampada em atos reprimidos,
até mesmo a tua revolta, nos envolveu em compaixão.
Confinados em um curto espaço de tempo
enclausurados em um pequeno espaço
nasceu uma amizade apaixonada
Um carinho que desabrochou, viveu
mas não vingou... permaneceu!
Saudades... saudades do vento,
quiçás, arrependimentos dessa dura doce vida!
Fostes assim, sumido ao horizonte
E eu cá, me quedo aqui
aternurada com o teu espírito incontido!
Zumbindo no meu ouvido
Espero que esteja
Cada dia mais forte...
Amor, o amor te levará à verdadeira felicidade
Seja! este artista nato
Viaje! com tua cara ao vento
Sorria! para esta vida que te espera
Viva! Cada segundo do teu dia
Voe! onde o fim não te alcança
Seja, o pai, o artista, o sorriso, os cabelos negros cacheados...
Uma lembraça, daquilo que foi te conhecer!
Econtre a tua alma...
E eu?
Me quedo aqui torcendo a favor do teu vôo límpido e infinito!
Boca que gentilmente consertou minhas músicas de palavras trocadas...
Melodia tua que despertou em mim uma serenata de afeto.
Cabelos negros cacheados, nariz longo masculino, mas o sorriso...
Ah o sorriso sim! A porta da tua alma.
Doce surpresa. Alguns diriam: "foi o acaso". Eu confirmo, "não, foi o destino!"
Mas voltamos à tua alma. Esta alma de artista, cineasta, cantor...
Ímpeto que arrebata, cativa e acolhe.
Instinto que não te leve a enlouquecer.
Tua busca incessante, não dúvido!
É o amor à vida, é arte demais para uma só alma!
As tuas lágrimas revelaram a tua fraqueza:
Apenas um bom pai, ou um pai querendo ser bom?
A tua revolta estampada em atos reprimidos,
até mesmo a tua revolta, nos envolveu em compaixão.
Confinados em um curto espaço de tempo
enclausurados em um pequeno espaço
nasceu uma amizade apaixonada
Um carinho que desabrochou, viveu
mas não vingou... permaneceu!
Saudades... saudades do vento,
quiçás, arrependimentos dessa dura doce vida!
Fostes assim, sumido ao horizonte
E eu cá, me quedo aqui
aternurada com o teu espírito incontido!
Zumbindo no meu ouvido
Espero que esteja
Cada dia mais forte...
Amor, o amor te levará à verdadeira felicidade
Seja! este artista nato
Viaje! com tua cara ao vento
Sorria! para esta vida que te espera
Viva! Cada segundo do teu dia
Voe! onde o fim não te alcança
Seja, o pai, o artista, o sorriso, os cabelos negros cacheados...
Uma lembraça, daquilo que foi te conhecer!
Econtre a tua alma...
E eu?
Me quedo aqui torcendo a favor do teu vôo límpido e infinito!
Sexta-feira, Maio 07, 2010
Por uma vida mais simples
Prometi a mim
que levarei a vida com mais calma
Não darei volume ao desimportante
Prestarei atenção àquilo que me preenche
Buscarei cultura em peças, músicas, poemas e filmes
Coletarei sorrisos entre amigos, através de histórias, em pequenos gestos
Serei feliz com a oportunidade de viver, trabalhar engrandecendo, amadurecer com a vivência
Buscarei alcançar uma fé mais pura, a honestidade mais verdadeira, idealizo uma mente coletiva e consciente...
Quero ser mais humana
Cobrar-me menos
Viver cada segundo
Me dar o luxo ao prazer de viver
Sim, fazer aquilo que está ao meu alcance, aquilo que é possivel...
Mas diante de tanta vontade, tanto desejo, estarei eu querendo demais?
Ambições e desejos simples, que somados, exigem esforços!
Sim, uma tremenda concentração diante do errado estampado no dia a dia...
A piada maldosa, o comentário invejoso, a miséria escancarada, a falta de tempo, a intolerância, a injustiça...
Talvez o segredo seja centrar na simplicidade, nas pequenas ambições...
Pensando bem, quem sabe um foco desfocado, para não tornar o cotidiano travado de comprometimentos?
Mas definitivamente, um tremendo paradoxo, não?
que levarei a vida com mais calma
Não darei volume ao desimportante
Prestarei atenção àquilo que me preenche
Buscarei cultura em peças, músicas, poemas e filmes
Coletarei sorrisos entre amigos, através de histórias, em pequenos gestos
Serei feliz com a oportunidade de viver, trabalhar engrandecendo, amadurecer com a vivência
Buscarei alcançar uma fé mais pura, a honestidade mais verdadeira, idealizo uma mente coletiva e consciente...
Quero ser mais humana
Cobrar-me menos
Viver cada segundo
Me dar o luxo ao prazer de viver
Sim, fazer aquilo que está ao meu alcance, aquilo que é possivel...
Mas diante de tanta vontade, tanto desejo, estarei eu querendo demais?
Ambições e desejos simples, que somados, exigem esforços!
Sim, uma tremenda concentração diante do errado estampado no dia a dia...
A piada maldosa, o comentário invejoso, a miséria escancarada, a falta de tempo, a intolerância, a injustiça...
Talvez o segredo seja centrar na simplicidade, nas pequenas ambições...
Pensando bem, quem sabe um foco desfocado, para não tornar o cotidiano travado de comprometimentos?
Mas definitivamente, um tremendo paradoxo, não?
Quinta-feira, Fevereiro 04, 2010
Sábado, Novembro 21, 2009
Presságios do indefinido
Tratou-se de uma proposta...
Pautada pela cautela,
Exposta pela transparência,
Com o pedido do não relacionamento.
Compromisso para quê?
Descompromisso para evitar a frustação,
Para proteger o coração,
Para poder viver este envolvimento indefinido.
O início foi inesperado,
Mas definitivamente oportuno.
Intenso, despretencioso, sim,
foi bom... quase que vicioso!
Não mais uma negociação racional,
Mas um vontade desenfreada.
Dali pra frente... apenas um enigma.
A transparência se confundiu com o silêncio.
Uma tentativa apenas para não deixar ecoar o som do vazio...
Que continuou no vazio do incompreensível.
O eco da dúvida, quase que desconfortável,
diante da possibilidade de arrependimento.
Mas afinal, o que se esperava?
Nada. Apenas a verdade, a transparência.
Uma pena, não pelo fim, mas pelo seu desfecho.
A racionalidade volta a imperar.
We wan't to be free!
Pautada pela cautela,
Exposta pela transparência,
Com o pedido do não relacionamento.
Compromisso para quê?
Descompromisso para evitar a frustação,
Para proteger o coração,
Para poder viver este envolvimento indefinido.
O início foi inesperado,
Mas definitivamente oportuno.
Intenso, despretencioso, sim,
foi bom... quase que vicioso!
Não mais uma negociação racional,
Mas um vontade desenfreada.
Dali pra frente... apenas um enigma.
A transparência se confundiu com o silêncio.
Uma tentativa apenas para não deixar ecoar o som do vazio...
Que continuou no vazio do incompreensível.
O eco da dúvida, quase que desconfortável,
diante da possibilidade de arrependimento.
Mas afinal, o que se esperava?
Nada. Apenas a verdade, a transparência.
Uma pena, não pelo fim, mas pelo seu desfecho.
A racionalidade volta a imperar.
We wan't to be free!
Pólen ao vento...
Uma fase de resgate
Resgate às descobertas
Um basta ao conforto do comum,
do apenas deixar estar
Uma soprada de vida!
Susurros de boas vindas
ao mundo dos incertos
ao jogo do impreciso
As palavras se perdem ao vento
Os atos nada significam
As atitudes não são pistas certas
O descompromisso talvez seja regra
Neste jogo da intransparência da verdade
Os verbos conjugam-se no condicional
Pois o passado já não é mais parâmetro
O presente deve ser vivido sem arrependimento
E o futuro... está muito distante para ser projetado
Resgate às descobertas
Um basta ao conforto do comum,
do apenas deixar estar
Uma soprada de vida!
Susurros de boas vindas
ao mundo dos incertos
ao jogo do impreciso
As palavras se perdem ao vento
Os atos nada significam
As atitudes não são pistas certas
O descompromisso talvez seja regra
Neste jogo da intransparência da verdade
Os verbos conjugam-se no condicional
Pois o passado já não é mais parâmetro
O presente deve ser vivido sem arrependimento
E o futuro... está muito distante para ser projetado
Quinta-feira, Outubro 22, 2009
Crisálida
Uma casca que se quebrou.
Do casulo de seda macio, saiu voando uma linda boroboleta celeste imperial.
Foi uma trajetória necessária: a larva precisou do seu um ninho macio, acolhedor, que lhe permitiu descansar da vida, proteger-se do frio e encontrar o conforto para desenvolver-se saudável.
A casca rompeu-se... desabrochou e saiu voando borboleta... linda, com asas gigantes azul-celeste, que espalham seu pó brilhante até o caminho das estrelas.
Tudo na vida é um rito de passagem, ou uma eterna busca pela felicidade?
Do casulo de seda macio, saiu voando uma linda boroboleta celeste imperial.
Foi uma trajetória necessária: a larva precisou do seu um ninho macio, acolhedor, que lhe permitiu descansar da vida, proteger-se do frio e encontrar o conforto para desenvolver-se saudável.
A casca rompeu-se... desabrochou e saiu voando borboleta... linda, com asas gigantes azul-celeste, que espalham seu pó brilhante até o caminho das estrelas.
Tudo na vida é um rito de passagem, ou uma eterna busca pela felicidade?
Terça-feira, Setembro 29, 2009
I felt like this, I could be sorry that´s over, but the song will certainly change!
Porque esta canção?
O ritmo é pulsante,como sente o coração.
Tem um ar de desejo,
o ritmo de um novo embalo.
Dançar, dançar, até o sol raiar,
até me acabar com a felicidade do novo.
Da conquista,
para mim, em mim, comigo.
O que vem dessa postura,
é a pura consequencia...
Consequencia de mais uma nova aventura.
Apenas no meu ritmo de sentir,
de amar, de desejar, ser desejada, novamente,
tudo de novo. Feliz sou, feliz continuarei sendo.
De alma lavada, porque eu continuo vivendo.
Agora intensamente.
Faço disso o meu adeus. Sem olhar para trás.
Sem tentar entender o inexplicável.
A few questions that I need to know
How you could ever hurt me so
I need to know what I've done wrong
And how long it's been going on
Was it that I never paid enough attention?
Or did I not give enough affection?
Not only will your answers keep me safe
But I'll know never to make the same mistake again
You can tell me to my face
Or even on the phone
You can write it in a letter
Either way I have to know
Did I never treat you right?
Did I always start the fight?
Either way I'm going out of my mind
All the answers to my questions I have to find
My head's spinning
Boy, I'm in a daze
I feel isolated
Don't want to communicate
I take a shower
I will scour, I will roam
To find peace of mind
The happy mind I once owned
Yeah
Flexing vocabulary runs right through me
The alphabet runs right from A to Z
Conversations, hesitations in my mind
You got my conscience asking questions that I can't find
I'm not crazy
I'm sure I ain't done nothing wrong, no
I'm just waiting
'Cause I heard that this feeling won't last that long
Never ever have I ever felt so low
When you gonna take me out of this black hole?
Never ever have I ever felt so sad
The way I'm feeling, yeah, you got me feeling really bad
Never ever have I had to find
I've had to dig away to find my own piece of mind
I've never ever had my conscience to fight
The way I'm feeling, yeah, it just don't feel right
I'll keep searching
Deep within my soul
For all the answers
Don't want to hurt no more
I need peace, got to feel at ease
Need to be free from pain
Going insane
My heart aches
Yeah
Sometimes vocabulary runs through my head
The alphabet runs right from A to Z
Conversations, hesitations in my mind
You got my conscience asking questions that I can't find
I'm not crazy
I'm sure I ain't done nothing wrong
Now I'm just waiting
'Cause I heard that this feeling won't last that long
O ritmo é pulsante,como sente o coração.
Tem um ar de desejo,
o ritmo de um novo embalo.
Dançar, dançar, até o sol raiar,
até me acabar com a felicidade do novo.
Da conquista,
para mim, em mim, comigo.
O que vem dessa postura,
é a pura consequencia...
Consequencia de mais uma nova aventura.
Apenas no meu ritmo de sentir,
de amar, de desejar, ser desejada, novamente,
tudo de novo. Feliz sou, feliz continuarei sendo.
De alma lavada, porque eu continuo vivendo.
Agora intensamente.
Faço disso o meu adeus. Sem olhar para trás.
Sem tentar entender o inexplicável.
A few questions that I need to know
How you could ever hurt me so
I need to know what I've done wrong
And how long it's been going on
Was it that I never paid enough attention?
Or did I not give enough affection?
Not only will your answers keep me safe
But I'll know never to make the same mistake again
You can tell me to my face
Or even on the phone
You can write it in a letter
Either way I have to know
Did I never treat you right?
Did I always start the fight?
Either way I'm going out of my mind
All the answers to my questions I have to find
My head's spinning
Boy, I'm in a daze
I feel isolated
Don't want to communicate
I take a shower
I will scour, I will roam
To find peace of mind
The happy mind I once owned
Yeah
Flexing vocabulary runs right through me
The alphabet runs right from A to Z
Conversations, hesitations in my mind
You got my conscience asking questions that I can't find
I'm not crazy
I'm sure I ain't done nothing wrong, no
I'm just waiting
'Cause I heard that this feeling won't last that long
Never ever have I ever felt so low
When you gonna take me out of this black hole?
Never ever have I ever felt so sad
The way I'm feeling, yeah, you got me feeling really bad
Never ever have I had to find
I've had to dig away to find my own piece of mind
I've never ever had my conscience to fight
The way I'm feeling, yeah, it just don't feel right
I'll keep searching
Deep within my soul
For all the answers
Don't want to hurt no more
I need peace, got to feel at ease
Need to be free from pain
Going insane
My heart aches
Yeah
Sometimes vocabulary runs through my head
The alphabet runs right from A to Z
Conversations, hesitations in my mind
You got my conscience asking questions that I can't find
I'm not crazy
I'm sure I ain't done nothing wrong
Now I'm just waiting
'Cause I heard that this feeling won't last that long
Sábado, Agosto 01, 2009
lágrimas de um fim, para o recomeço
E assim, rolaram as lágrimas...
Eram verdadeiras, entre verdades que desmanchavam-se no ar.
Frases sinceras, justas e diretas...
não tenho dúvida quanto à legitimidade daquele desabafo.
Eram palavras...
Cheias de sentimentos construidos em anos de histórias,
gestos de cuidado, compaixão pela outra metade,
a lembrança do suporte em momentos insuportáveis.
Lealdade com o amor, consigo, comigo, com o bem estar de nós.
Um respeito equlibrado, observador, sútil, mas delicadamente escancarado.
Uma simbiose.
Mas agora, os momentos são outros, o ritmo está descompassado ao nosso redor.
Não em relação a mim, não em relação a você...
Mas em relação a esse relógio maluco que nos dita os segundos, os compassos das responsabilidades,
e os passos do nosso caminhar.
Andar sem ter você ao meu lado, para me dar apoio, me transmitir o equilibrio e, acima de tudo,
sem ter certeza do que se tornarão afagos nos teus cachos dourados... dói, dói demaaaaiiiisssss!!!!
Essa incerteza me faz medrosa...
Estamos fazendo o que é certo!
Correndo o risco e dando chance para as mudanças boas que os desafios nos trazem.
Estamos fazendo o que é certo?
Será que daqui alguns anos, meses ou dias, olharemos para trás, e teremos certeza de que este foi o último beijo, o divisor de águas de um um novo ciclo?
Estamos jogando na sorte... talvez, com o fluxo destas novas correntes de água fresca, talvez, encontremos os nossos próprios caminhos.
E, ou, talvez, não mais uma simbiose, mas sim, dando oportunidade a um novo olhar para o que individualmente representamos nesta relação...
E assim, talvez, nos apaixonarmos como se fosse a primeira vez, comigo, consigo, com nós.
Mas amar, amar mesmo, aquele sentimento genuíno de verdadeira admiração, compaixão, alegria, enfim, que não tem definição... Aquele, que arde sem doer...
EU TENHO CERTEZA QUE DESSE "NOSSO AMOR", EU NUNCA ESQUECEREI, POIS EU SEMPRE TE AMARE
Eram verdadeiras, entre verdades que desmanchavam-se no ar.
Frases sinceras, justas e diretas...
não tenho dúvida quanto à legitimidade daquele desabafo.
Eram palavras...
Cheias de sentimentos construidos em anos de histórias,
gestos de cuidado, compaixão pela outra metade,
a lembrança do suporte em momentos insuportáveis.
Lealdade com o amor, consigo, comigo, com o bem estar de nós.
Um respeito equlibrado, observador, sútil, mas delicadamente escancarado.
Uma simbiose.
Mas agora, os momentos são outros, o ritmo está descompassado ao nosso redor.
Não em relação a mim, não em relação a você...
Mas em relação a esse relógio maluco que nos dita os segundos, os compassos das responsabilidades,
e os passos do nosso caminhar.
Andar sem ter você ao meu lado, para me dar apoio, me transmitir o equilibrio e, acima de tudo,
sem ter certeza do que se tornarão afagos nos teus cachos dourados... dói, dói demaaaaiiiisssss!!!!
Essa incerteza me faz medrosa...
Estamos fazendo o que é certo!
Correndo o risco e dando chance para as mudanças boas que os desafios nos trazem.
Estamos fazendo o que é certo?
Será que daqui alguns anos, meses ou dias, olharemos para trás, e teremos certeza de que este foi o último beijo, o divisor de águas de um um novo ciclo?
Estamos jogando na sorte... talvez, com o fluxo destas novas correntes de água fresca, talvez, encontremos os nossos próprios caminhos.
E, ou, talvez, não mais uma simbiose, mas sim, dando oportunidade a um novo olhar para o que individualmente representamos nesta relação...
E assim, talvez, nos apaixonarmos como se fosse a primeira vez, comigo, consigo, com nós.
Mas amar, amar mesmo, aquele sentimento genuíno de verdadeira admiração, compaixão, alegria, enfim, que não tem definição... Aquele, que arde sem doer...
EU TENHO CERTEZA QUE DESSE "NOSSO AMOR", EU NUNCA ESQUECEREI, POIS EU SEMPRE TE AMARE
Quinta-feira, Novembro 20, 2008
Juizo

Não sou careta, tenho amigos que usam drogas, e principalmente fumam maconha... pelo menos abertamente, poucos já experimentaram cocaína. Hoje, sim, às vezes me pego questionando, preocupada como será daqui para frente, o quanto essas substâncias realmente afetarão a cabeça de cada um deles, embora sem descriminar. Até pouco tempo atrás, para mim, não passava de uma opção: não, ele não fuma. Sim, ele curte um banza.
Será que é de turma, curiosidade, passado turbulento, problemas, influência de quem? Qual é a história de cada um?
É aceito e conhecido que nas profissões que se tem a criatividade como ferramenta, a turma usa e abusa, sai de "rolê" no lanchinho da tarde para dar uma relaxada... até mesmo na companhia do chefe! Conheci um jornalista que um dia comentou que as suas experiências já atravessaram a mescalina,alucinógicos, e tantas outras substancias que eu nem mesmo consegui memorizar. Em uma época de correria no trabalho, ele dava uns tecos para voltar um pouco mais inspirado: "me sentia a pessoa mais inteligente do mundo, tinha umas sacadas surreais". Hoje ele não faz mais isso, apenas fuma um baseado e socialmente bebe bem. Fumar, cheirar talvez seja mais comum do que imaginamos. Os jogos de medicina são famosos pelos abusos e excessos, rola de tudo e tudo acontece.
Tudo bem, tem aqueles que nunca experimentaram, não tiveram curiosidade ou seu circulo de amigos realmente não teve contato com as drogas. Outros experimentaram, não curtiram, enquanto alguns se limitam moralmente até um determinado tipo de droga. Os mais curiosos chegam a experimentar de tudo, mas conseguem ter um auto controle natural. E infelizmente, existem aqueles que de fato são dominados e sugados pela paranóia e perdem o chão: fumou, engoliu, cheirou, injetou, misturou, roubou... e destrui a sua vida e de seus familiares.
Pela TV acompanhei a reportagem de um menino de periferia (humilde, mas tinha casa!), com 7 anos viciado em crack e o mais espantoso, fumou do cachimbo da sua mãe. No noticiário são artistas, ricos e famosos internados. Pela minha professora de Medicina Legal, casos no IML de jovens com overdose de maconha, que obscuramente estava batizada com crack. Anfetaminas, doce, bala... nas raves multidões dançando freneticamente, rostos deformados por mandíbulas inquietas, suando em transe.
O que fazer?
Uma casa estruturada, diálogo aberto e orientação sobre os efeitos das drogas não são suficientes. É um mal que já afeta todas as idades e todas as classes. Isso me procupa. Penso nos meus futuros filhos, nos meus primos mais novos...
Qual é a idade madura para ter-se uma conversa franca sobre drogas? O que falar? O que dizer? Como reagirei se perceber que meu filho chegou em casa embriagado/drogado? O que podemos fazer pela nossa sociedade?
Tenho essa sensação de impotência.
Podemos dar amor, dar exemplo, educá-los, mas a partir de um momento, vejo a cena do pai, da mãe, acenando na porta de casa, com o coração apertado e limita-se a dizer... "juizo meu filho, boa balada!"
Que os anjos te protejam.
Quinta-feira, Junho 12, 2008
Feliz dia dos namorados, eternos amantes apaixonados
Eu poderia falar de flores, músicas, poemas
Poderia falar de sonhos, planos e rendas
Do amor, da paixão, do valor do respeito
do aperto no peito
de te amar tanto assim
Citar Castro Alves, Drumond, Pessoa
Pois tudo onde encontra-se amor
eu vejo você
Você é simplesmente assim,
o amor da minha vida
que ficará na minha vida
até as próximas vidas
....
e foram felizes para sempre!
Poderia falar de sonhos, planos e rendas
Do amor, da paixão, do valor do respeito
do aperto no peito
de te amar tanto assim
Citar Castro Alves, Drumond, Pessoa
Pois tudo onde encontra-se amor
eu vejo você
Você é simplesmente assim,
o amor da minha vida
que ficará na minha vida
até as próximas vidas
....
e foram felizes para sempre!
Terça-feira, Março 18, 2008
ARRRRRRRRRR! apenas...
Como seria bom viver do ar poder pensar sem perder o tempo. Não ao "ser" - mas apenas estar". Não "ceder" - tentar o querer. Deixar sorrir. Sentir, porém sem dissimular que o que aquilo é, ou talvez o seja, ou seja... Acreditar sem se assustar, ou tentar fingir, que o talvez, possa representar uma possibilidade de não verdade. Poder falar sem preocupar que o dito - não é errado e que o certo - pode não ser absoluto. Instintir o sentido deixar vaguear o nosso destino pelo caminho incerto, na crista do mar. AR, aguá com muito sal para lavar a alma, e assim quem sabe, dormir em paz, por algumas horas, sem sem preocupar com Como seria bom viver do ar poder pensar sem perder o tempo. Não ao "ser" - mas apenas estar". Não "ceder" - tentar o querer. Deixar sorrir. Sentir, porém sem dissimular que o que aquilo é, ou talvez o seja, ou seja... Acreditar sem se assustar, ou tentar fingir, que o talvez, possa representar uma possibilidade de não verdade. Poder falar sem preocupar que o dito - não é errado e que o certo - pode não ser absoluto. Instintir o sentido deixar vaguear o nosso destino pelo caminho incerto, na crista do mar. AR, aguá com muito sal para lavar a alma, e assim quem sabe, dormir em paz, por algumas horas, sem sem preocupar com Como seria bom viver do ar poder pensar sem perder o tempo. Não ao "ser" - mas apenas estar". Não "ceder" - tentar o querer. Deixar sorrir. Sentir, porém sem dissimular que o que aquilo é, ou talvez o seja, ou seja... Acreditar sem se assustar, ou tentar fingir, que o talvez, possa representar uma possibilidade de não verdade. Poder falar sem preocupar que o dito - não é errado e que o certo - pode não ser absoluto. Instintir o sentido deixar vaguear o nosso destino pelo caminho incerto, na crista do mar. AR, aguá com muito sal para lavar a alma, e assim quem sabe, dormir em paz, por algumas horas, sem sem preocupar com Como seria bom viver do ar poder pensar sem perder o tempo. Não ao "ser" - mas apenas estar". Não "ceder" - tentar o querer. Deixar sorrir. Sentir, porém sem dissimular que o que aquilo é, ou talvez o seja, ou seja... Acreditar sem se assustar, ou tentar fingir, que o talvez, possa representar uma possibilidade de não verdade. Poder falar sem preocupar que o dito - não é errado e que o certo - pode não ser absoluto. Instintir o sentido deixar vaguear o nosso destino pelo caminho incerto, na crista do mar. AR, aguá com muito sal para lavar a alma, e assim quem sabe, dormir em paz, por algumas horas, sem sem preocupar com...
Segunda-feira, Outubro 22, 2007
O que eu quero, quero-quero

Peço aos seres com asas, mais próximos do céu, e que talvez possam fazer o meu canto voar...
O que eu quero?
Quero-quero, quero, quero-quero... canta o passáro esvoaçante!
Quero os risos, pirulitos, pipocas e circos imaginários de uma tarde em
Sta marta. Numa tarde só, em apenas um só dia, uma grande e plena,
doce gargalhada incontida!
Quero a Fé do Ceará, a energia do candomblé, refletidos na cera
derretida sob o véu de aparecida, a estrela israelita, e ao fundo, o
canto do sabiá!
Canta, canta, que o seu canto eu quero-quero, quero o pomba branca,
flutuante sobre o morro, na zona, no sul, zona sul, norte e nordeste
dessa imensidão de contrastes conflitantes, Brasil.
Quero todas! Iluminadas, brancas, negras, amarelas, pardas e verde-canarinho,
dançando de mãos dadas em uma linda ciranda entrelaçada...
reverênciando o verdejante que ainda nos resta, a inocência bem vinda à vida, a alegria infinita, uma saúde sincera, a educação iletrada d'alma, a inteligência desperta e inata, despertada nos jogadores-mirins dessa dura e doce caminhada...
Aos futuro"s" do nosso Brasil, uma verdadeira vida...
às crianças do nosso país.
Desenho: Lau Tsun Ming, Hong Kong (China)
Sexta-feira, Outubro 19, 2007
Terça-feira, Outubro 02, 2007
SOS consumidor

Se eu tivesse uma loja, de qualquer tipo, estabeleceria uma regra clara aos vendedores:
"Não fale com o cliente, a não ser que ele se aproxime e, explicitamente, peça a tua ajuda e opinião"!
Que coisa mais chata!
Ontem saí do trabalho, cansada, queria passear um pouco, dar uma espiadinha nas vitrines, entrar na loja sem pensar em nada, sem compromisso, não dirigir minha palavra a ninguém, mas onde quer que eu entrava, “Olaaaaaaa, Boa noite! Posso te ajudar?”, “Oi, você ta procurando algo em especial? Tem certeza?”, “Essa cor fica linda em você”, “Temos outras opções também”, “Chegaram uns modelos lindosssss, um arraso!”, “Olha só a nova coleção” ... “fique a vontade, qualquer coisa é só me chamar”.
Como ficar a vontade se eu mal piso na loja, e já tem alguém querendo puxar o meu saco, e que na sequencia já me sugere uma mercadoria, sendo que eu não estou a fim de ter que justificar, o tempo todo, que NÃO QUERO COMPRAR NADA EM ESPECIAL!
Vocês, vendedores, realmente não cogitam a hipótese de querermos apenas dar uma simples "olhadinha"? Também nunca pensaram em simplesmente dar uma olhada para nós, seguida de um "BEM VINDO" sorriso no rosto, ao invés de nos bombardear com frases repetitivamente irritantes?
Só pelo fato de eu mal entrar na loja, e (1) já ter a sensação de que querem empurrar mercadoria, e depois, (2) vou ter que sair com aquele sorriso amarelo, (3) sob a reprovação do vendedor por não ter levado nada... já desanimo! Por fim, acabo evitando entrar na loja, e quando entro, só em último caso realmente experimento o produto.
AH! E por favor, não criem estereótipos: a súbita melhor amiga, a insistente assistente, a afetada, o falso...
Economizem as suas palavras- sejam eficientes, sinceros e agradáveis!
Quarta-feira, Julho 25, 2007
Monalisa sofria de hiperlipemia

Essa é ótima! Ha ha ha ha
Só rindo para nao cairmos no ridículo e levar essa constatação a sério. Segundo a Folha, um reumatologiasta belga teve o trabalho de analisar a Monalisa e chegar à conclusão que ela sofria de um "grave aumento de lipídios no sangue devido a uma alteração no metabolismo das gorduras"- e escrever um livro sobre a sua tese!
Fundamentação? Inchaço na mão esquerda para quem olha a pintura de frente, assim como o leve inchaço em torno do olho esquerdo. Lindo para um papo de boteco, exagerado para tanto destaque, não?
Enquanto milhares de pessoas esperam a cura da Aids, da Malária, do Cancer, transfusão de órgãos, ou até mesmo ações mais simples como por exemplo, a manutenção da higiene básica, métodos anticoncepcionais, e assim continua uma extensa lista de prioridades (...) outros preocupam-se em avaliar clinicamente um retrato de uma mulher que nem sabemos se existiu.
Não discuto aqui o intangível valor da Monalisa para o mundo da arte, mas fala sério? WHO CARES sobre o seu aspecto clínico?!
Saudável a época em que musas "gordelícias" representavam saúde e prosperidade. Triste realidade de hoje onde tanta gente procura destaque em causas tão vazias e insignificantes.
Segunda-feira, Junho 04, 2007
Estive a ponte de perder o grande amor que tinha
o grande amor por mim,
e o meu grande amor
foi em um raio de surto
numa rajada de vento
um descontrole absurdo
meu rumo perdeu-se no tempo
fui atrás daquilo que não sabia
daquilo que não queria
cansada
desesperada
como uma louca desvairada
um viciada no fundo do poço
perdi a noção
perdi a razão
e foi assim,
que quase te perdi
te peço perdão
te peço uma só chance
para demonstrar o meu mais profundo amor
a todo teu alcance
te amo por tudo
amo por ti
amo per se
amo você
Pois só com você alcanço a paz
através de ti descobri o amor,
a razão, o respeito e a mais profunda admiração
com você eu sou feliz
a mágoa não terá mais espaço
a insegurança, nem a frustração
estive a um passo de perder algo
mas acordei, com o meu coração alterado
pedindo perdão
o grande amor por mim,
e o meu grande amor
foi em um raio de surto
numa rajada de vento
um descontrole absurdo
meu rumo perdeu-se no tempo
fui atrás daquilo que não sabia
daquilo que não queria
cansada
desesperada
como uma louca desvairada
um viciada no fundo do poço
perdi a noção
perdi a razão
e foi assim,
que quase te perdi
te peço perdão
te peço uma só chance
para demonstrar o meu mais profundo amor
a todo teu alcance
te amo por tudo
amo por ti
amo per se
amo você
Pois só com você alcanço a paz
através de ti descobri o amor,
a razão, o respeito e a mais profunda admiração
com você eu sou feliz
a mágoa não terá mais espaço
a insegurança, nem a frustração
estive a um passo de perder algo
mas acordei, com o meu coração alterado
pedindo perdão
Quinta-feira, Maio 24, 2007

Eu tenho à medida que designo – e este é o esplendor de se ter uma linguagem. Mas eu tenho muito mais à medida que não consigo designar. A realidade é a matéria-prima, a linguagem é o modo como vou buscá-la – e como não acho. Mas é do buscar e não achar que nasce o que eu não conhecia, e que instantaneamente reconheço. A linguagem é meu esforço humano. Por destino tenho que ir buscar e por destino volto com as mãos vazias. Mas – volto com o indizível. O indizível só me poderá ser dado através do fracasso de minha linguagem. Só quando falha a construção, é que obtenho o que ela não conseguiu.
Clarice Lispector, a fantástica
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